A conquista é inédita. Jomar Grecco se tornou hoje, em Itajubá/MG, o primeiro piloto a conquistar cinco títulos na principal categoria do Enduro da Independência, prova mais antiga e tradicional do Enduro de Regularidade brasileiro. São cinco vitórias, sendo quatro consecutivas. Ele venceu as edições de 2013, 2015, 2016, 2017 e 2018. A deste ano foi considerada uma das mais difíceis de toda a história do Independência.
Foram quatro dias de muitas disputas, o piloto da Yamaha O2BH América Racing entrou na 36ª edição empatado em número de títulos com os pilotos Dário Júlio e Guilherme Marchetti, com quatro conquistas para cada um. Grecco agora se isola como o maior vencedor da história. Ele teve que acelerar nos momentos certos e saber dosar o acelerador da sua Yamaha WR 450F quando foi preciso. Desta forma, venceu os quatro dias da competição e mostrou todo o domínio da Yamaha na prova.
“Deu tudo certo, graças a Deus, consegui a vencer, estou feliz demais com esse resultado. A emoção é como da primeira vitória. Conquistar esse feito é fantástico. A equipe toda está de parabéns, agradeço a todos, não mediram esforços para que a gente conquistasse mais esse título. O título não é meu, o título é de todos nós, equipe, patrocinadores e todos que torceram. Realizei o que vinha planejando há muitos anos. Quero agradecer em especial a Deus por cada livramento, e foram muitos nesses quatro dias, às vezes tive que arriscar, mas Deus esteve sempre nos protegendo”, comemorou o único pentacampeão do Enduro da Independência. Esse título coroa a temporada de Jomar, que conquistou ainda o tricampeonato brasileiro.

Dário Júlio venceu a categoria Brasil a bordo da CRF 230cc.
Thiago Veloso do Team MotoGerais Honda, alcançou um importante pódio com a 3ª colocação na categoria Master com a CRF 450R, o piloto colocou a equipe entre as grandes fábricas nacionais no pódio da prova mais importante do Enduro Nacional.
O 36º Enduro da Independência teve cerca de 600 quilômetros de muitas trilhas. No primeiro dia foram 136 km em mais de seis horas de prova, nas trilhas de Lavras e Itumirim, com muitas pedras e alto nível técnico. No segundo dia os pilotos percorreram 182 km em 6h40, saindo de Lavras, passando por São Tomé das Letras e finalizando em Lambari, em um dia ainda mais difícil que o primeiro. O terceiro dia mudou o terreno, com os pilotos enfrentando também trechos lisos e em mata fechada, em 126 km e 5h30 de prova. O dia final da competição contou com 139 km que os pilotos percorreram em 5h27, nas trilhas altas da Serra da Mantiqueira.











