A Bélgica voltou ao lugar mais alto do pódio no Motocross das Nações. Com uma atuação consistente de Liam Everts e dos irmãos Lucas e Sacha Coenen, a equipe belga conquistou o título da principal competição por países do motocross mundial, encerrando um jejum de mais de uma década sem vencer o evento.
Brasil enfrenta desafios e mostra resiliência
Para o Brasil, o fim de semana foi marcado por desafios desde a classificação e exigiu muita resiliência dos pilotos. Fábio Santos, Guilherme Bresolin e Enzo Lopes enfrentaram uma pista extremamente exigente e quedas, mas concluíram mais uma participação da seleção brasileira na Copa do Mundo do Motocross, terminando na 17ª colocação geral.

Primeira bateria com boa largada de Fábio Santos
Na primeira bateria do domingo, que reuniu os pilotos das categorias MXGP e MX2, Fábio Santos fez uma excelente largada e chegou a ocupar posição entre os cinco primeiros. Mantendo-se por boa parte da disputa dentro do Top 20, o brasileiro cruzou a linha de chegada na 26ª colocação. Guilherme Bresolin, que partiu mais atrás no pelotão, completou a prova em 29º a bordo de sua 250cc.

Enzo Lopes conquista o melhor resultado brasileiro nas finais
Na segunda corrida do dia, válida para as categorias Open e MX2, Enzo Lopes conquistou o melhor resultado brasileiro da competição. O piloto chegou a figurar entre os dez mais rápidos da bateria e finalizou em 18º lugar. Bresolin voltou a ganhar posições durante a prova e terminou em 25º.

Encerramento da participação brasileira
Já na bateria final, que reuniu MXGP e Open, Fábio Santos fechou a participação com a 35ª posição. Enzo Lopes acabou abandonando a disputa, encerrando assim a campanha brasileira no evento.

Disputa pelo título decidida nos detalhes
Na luta pelo título, a Bélgica confirmou a conquista em uma disputa acirrada até os momentos finais. Lucas Coenen, Sacha Coenen e Liam Everts demonstraram regularidade ao longo das baterias e recolocaram o país no topo do motocross mundial.

Espanha e Holanda completam o pódio
A Espanha ficou com o vice-campeonato. A equipe formada por Jorge Prado, Guillem Farrés e Francisco Garcia terminou apenas três pontos atrás dos campeões, garantindo mais uma presença no pódio. A Holanda completou o Top 3 com Jeffrey Herlings, Glenn Coldenhoff e Roan van de Moosdijk.

Vencedores das baterias
Entre os vencedores das baterias, o francês Romain Febvre triunfou na corrida MXGP + MX2, enquanto o holandês Jeffrey Herlings venceu as disputas Open + MX2 e MXGP + Open.

Destaques individuais por categoria
Nos resultados individuais por categoria, Guillem Farrés foi o melhor piloto da MX2, Jorge Prado foi o melhor na MXGP e Jeffrey Herlings destacou-se como o melhor piloto da Open.










