Você já imaginou Eli Tomac competindo no Brasil? Essa possibilidade pode se tornar realidade na próxima temporada. Segundo informações divulgadas pelo site MX1Onboard.com, o piloto americano estaria cotado para integrar o cenário do motocross brasileiro através da equipe 595.
No final de agosto, Tomac anunciou sua aposentadoria das competições profissionais, após mais de uma década atuando em alto nível. Com títulos no Supercross e no Motocross, ele consolidou seu nome entre os pilotos mais vitoriosos da história da modalidade. No entanto, ao que tudo indica, sua trajetória nas pistas pode não ter chegado completamente ao fim. Para a surpresa de muitos, um possível novo capítulo de sua carreira poderia acontecer justamente no Brasil.

É importante ressaltar que, até o momento, trata-se apenas de rumores. Caso a negociação se concretize, um anúncio oficial deverá ser realizado pelos envolvidos.
De acordo com a publicação, Tomac já teria realizado testes com uma motocicleta KTM no Brasil. Se a negociação avançar, sua chegada representaria uma das contratações mais expressivas da história do motocross nacional, com potencial para gerar repercussão muito além das fronteiras brasileiras.
Nos últimos anos, o Brasil vem consolidando sua posição como um mercado importante no cenário internacional do motocross. Esse reconhecimento é resultado do nível dos pilotos, das equipes e dos patrocinadores, além de um crescimento construído ao longo de décadas. Parte desse desenvolvimento também foi impulsionada pela chegada de importantes nomes internacionais.

No início deste ano, por exemplo, a Yamaha confirmou a contratação de Glenn Coldenhoff, terceiro colocado na classificação final do MXGP 2025. A movimentação reforçou a estratégia cada vez mais ambiciosa dos fabricantes no mercado brasileiro.
Já a KTM deu um passo importante por meio da estrutura da 595 Pro Tork KTM, liderada por Guilherme Kyrillos. A equipe conta com suporte da fábrica austríaca e, nesta temporada, chegou a participar do Mundial de Supercross da FIM. Esse cenário demonstra que, caso a possível negociação com Tomac avance, o piloto encontraria um projeto estruturado e com suporte para encarar o desafio.

Além disso, a KTM teria um incentivo histórico para investir ainda mais no campeonato brasileiro. O último título da marca austríaca na principal categoria do motocross nacional na categoria principal foi conquistado em 1986, pelo americano Rodney Smith. Desde então, Honda e Yamaha passaram a dominar boa parte das disputas, protagonizando uma rivalidade que marcou diferentes gerações do campeonato.
Diante desse cenário, uma eventual chegada de Eli Tomac ao Brasil representaria um movimento de grande repercussão para o motocross nacional. Por enquanto, resta acompanhar os próximos capítulos e aguardar possíveis confirmações oficiais.
Fonte: MX1onboard.com/ Santiago Crevoisier










